O leão velho e a raposa

Aquarela de uma raposa parada a distância na entrada de uma caverna, observando pegadas no chão, com um leão velho lá dentro

Tema: Os rastros que entram e não voltam

Velho e sem forças para caçar, um leão resolveu viver de artifício: recolheu-se à toca, fingiu-se doente e fez questão de que a notícia corresse o bosque.

Os animais, compadecidos, vinham um a um visitá-lo. E um a um iam desaparecendo na caverna.

A raposa, depois de tantos sumiços, farejou o truque. Apresentou-se diante da toca, parou a uma distância respeitosa e perguntou como ele passava.

– Assim-assim – respondeu o leão. – Mas por que ficar aí fora? Entre para conversarmos.

– Obrigada, não – disse a raposa. – É que vejo muitas pegadas entrando na sua caverna, e nenhuma saindo.

A moral: o prudente lê a desgraça dos outros antes de entrar; onde muitos entraram e ninguém voltou, a porta é a própria resposta.

“Ora, tudo isso lhes sobreveio como figuras, e estão escritas para aviso nosso, para quem já são chegados os fins dos séculos.” (1 Coríntios 10.11)

Fonte: Esopo, “O leão velho e a raposa” (The Old Lion) in Three Hundred Aesop’s Fables, trad. George Fyler Townsend, Projeto Gutenberg nº 21 (domínio público). Recontada com minhas palavras.

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Porém em nada considero a vida preciosa para mim mesmo, desde que eu complete a minha carreira e o ministério que recebi do Senhor Jesus para testemunhar o evangelho da graça de Deus. Atos 20:24

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