Os golfinhos, as baleias e a sardinha

Aquarela de uma pequena sardinha emergindo entre golfinhos e baleias em guerra no mar

Tema: Mediador precisa ter estatura para o caso

Os golfinhos e as baleias travavam uma guerra feroz pelos mares. As ondas fervem, a briga só crescia.

No auge da batalha, uma sardinha levantou a cabeça para fora d’água e ofereceu-se para reconciliar as diferenças, caso a aceitassem como árbitra.

Um dos golfinhos respondeu:

– Preferimos muito mais nos destruir uns aos outros nesta guerra do que admitir qualquer interferência tua nos nossos assuntos.

A oferta era bem-intencionada. A balança, porém, pesava mais do que a sardinha.

A moral: boa vontade não basta para mediar gigantes; quem não tem parte nem estatura na contenda é recusado antes da primeira palavra.

“Porque há um só Deus e um só mediador entre Deus e os homens, Jesus Cristo, homem,” (1 Timóteo 2.5)

Fonte: Esopo, “Os golfinhos, as baleias e a sardinha” (The Dolphins, the Whales, and the Sprat) in Three Hundred Aesop’s Fables, trad. George Fyler Townsend, Projeto Gutenberg nº 21 (domínio público). Recontada com minhas palavras.

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Porém em nada considero a vida preciosa para mim mesmo, desde que eu complete a minha carreira e o ministério que recebi do Senhor Jesus para testemunhar o evangelho da graça de Deus. Atos 20:24

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