O recruta de Napoleão

Ilustração: o recruta de Napoleão

Tema: substituição, a morte de Cristo em nosso lugar

Conta-se que, no tempo de Napoleão, um homem foi sorteado para a guerra. Um amigo se ofereceu para ir em seu lugar, alistou-se em seu nome, foi para a batalha, morreu e foi enterrado no campo. Tempos depois, por engano, o primeiro homem foi convocado de novo. Ele resistiu: “O senhor não pode me levar. Eu estou morto. Morri em tal batalha, e me deixaram enterrado em tal campo.” Conferiram os registros: o nome constava como morto. “Então alguém foi por você; foi o seu substituto.” “Eu sei”, respondeu ele. “Ele morreu em meu lugar. Morri naquele homem, e estou livre. A lei não tem nada contra mim.” O caso chegou ao imperador, que decidiu: aos olhos da lei, o homem estava morto e enterrado, e a França não tinha direito sobre ele.

Aplicação: a história pode ser ou não verdadeira, diz Moody, mas uma coisa é certa: Jesus sofreu a morte do pecador, e quem o aceita está livre da condenação (Rm 8:1; 2 Co 5:21).

Fonte: D. L. Moody, Moody’s Stories (1884), “Napoleon and the Conscript”. Domínio público (Project Gutenberg #33024).

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