O menino que se afogava

Aquarela de um menino se debatendo num rio enquanto um homem na margem gesticula repreendendo em vez de ajudar

Tema: Na crise, socorro antes de conselho

Um menino tomava banho de rio e avançou para além de onde dava pé. Levado pela corrente, começou a se afogar e gritou por socorro.

Um homem que passava pela estrada ouviu os gritos, chegou à beira do rio e, em vez de ajudar, pôs-se a repreendê-lo por tamanha imprudência: entrar em água funda sem saber nadar!

— Ah, senhor! — gritou o menino entre um gole e outro. — Socorra-me primeiro e repreenda-me depois.

O homem, diz a fábula, foi embora ensinado. O menino aprendeu do jeito mais caro que água funda não perdoa; e nós, que boa intenção sem mão estendida não tira ninguém do afogamento.

Na crise, o que salva é a mão estendida, não o sermão.

A moral: na hora da crise, socorro antes de conselho; a repreensão pode esperar a beira do rio, a vida não.

“Não digas ao teu próximo: Vai e torna, e amanhã to darei, tendo-o tu contigo.” (Provérbios 3.28)

Fonte: Esopo, “O menino que se afogava” (The Boy Bathing) in Aesop’s Fables — A New Translation, trad. V. S. Vernon Jones (1912), Projeto Gutenberg nº 11339 (domínio público). Recontada com minhas palavras.

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Porém em nada considero a vida preciosa para mim mesmo, desde que eu complete a minha carreira e o ministério que recebi do Senhor Jesus para testemunhar o evangelho da graça de Deus. Atos 20:24

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